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sábado, 4 de julho de 2009

A Cabana


Uma de minhas primeiras leituras de 2009, A Cabana logo despontou como candidata a minha leitura favorita do ano. E já nessa segunda metade de 2009, posso afirmar com certeza que guardarei essa leitura como carinho especial.

Certamente não sou a única a compartilhar dessa opinião, visto que há muitas semanas o livro lidera a lista de mais vendidos. Sou a primeira a desconfiar de grandes sucessos de público - isso não quer dizer que não aprecie essas leituras - mas normalmente não espero muito delas além de uma fórmula comercial, porém interessante de entretenimento.

Em A Cabana enxerguei algo diferente. Um livro escrito inicialmente sem a intenção de ser publicado, e que trazia uma nova forma de lidar com Deus. Algo, que sinceramente, ando afastada a tempos. E essa nova perspectiva trazida por William P. Young reavivou meus pensamentos sobre Deus e religião. Uma experiência inusitada, uma nova visão do que é O Pai, O Filho e O Espírito Santo e do que pode ser esse encontro com Deus, principalmente quando o homem que O encontra é uma pessoa amargurada pela perda de sua filhinha de forma tão brutal e incompreensível. O que Deus tem a dizer sobre esse mundo cruel em que há tanto sofrimento?

A Cabana é um presente perfeito para dar aos nossos amigos, principalmente àqueles que passam por momentos difíceis, pois nesse livro encontramos esperanças.

Esperanças de que há algo acima da nossa compreensão, que pode explicar aparentes injustiças no mundo humano. E que todos, sem exceção, somos muito amados. E quão bom é ter fé nisso!



BIENAL A XIV Bienal do livro no Rio de Janeiro acontece de 10 a 20 de setembro, e William P. Young é presença confirmada.


PRESENTE O livro foi escrito inicialmente como um presente de Natal para a família e amigos, mas antes mesmo de publicado já despertava muita atenção, logo Young começou a receber e-mails de pessoas que diziam que o livro havia mudado suas vidas.


SEM EDITORA O livro foi recusado por editoras cristãs, que o consideravam herege, e por editoras não religiosas, que achavam que havia "muito Deus" na história. O livro acabou sendo publicado por uma editora pequena, criada só para lançá-lo.


SUCESSO Desde sua publicação o livro é sucesso de público em vários países do mundo. Traduzido para cerca de 40 idiomas, já vendeu mais de 4 milhões de exemplares.




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