Inspirações diárias: moda, cinema, literatura e o que mais der vontade!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Lilás



Minha música preferida do Djavan.
Ah, como eu quero um pôr-do-Sol!


Amanhã

Outro dia

Lua sai

Ventania

abraça

Uma nuvem

que passa

no ar

Beija

Brinca

E deixa passar

E no ar

De outro dia

Meu olhar

Surgia

nas pontas

De estrelas

perdidas no mar

Pra chover

de emoção

Trovejar...

Raio se libertou

Clareou

Muito mais

Se encantou

Pela cor

lilás

Prata na luz

do amor

Céu azul

Eu quero ver

O pôr do sol

Lindo como ele só

E gente pra ver

E viajar

No seu mar
De raio.

domingo, 20 de setembro de 2009

Sorrir

Sumi deste cantinho tão especial e continuarei postando mais escassamente por um tempo. Será por uma boa causa, mas também não deixarei de postar aqui de vez em quando. São seis meses de blog, confesso que nesse tempo me apaixonei por esta nova experiência e esse cantinho se tornou muito importante, inspirando até projetos futuros. Agradeço as visitas e recadinhos. Continuem vindo aqui!


Por hoje, uma mensagem simples e completa: SORRIA!!!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Crônica do Nascimento


Expectativa e encanto no ar, emoções vêm à tona, é hora permitida para chorar, porém um choro de alegria, de realização, de inauguração de um mundo novo. Uma mistura de bons sentimentos e sensações rodeiam nossos pensamentos porque o grande momento está chegando: o nascimento.
Esta pequena que muito amo ainda na barriga da mãe está prestes a conhecer o mundo. A viver. O tal milagre da vida, por repetidas vezes vivemos esta experiência, mas impossível é torná-la comum, corriqueira e despercebida. A cada bebê que nasce nos maravilhamos com esta inigualável experiência humana, tão clara e ainda tão misteriosa.
O ser humano começa seu viver de forma tão frágil, tão dependente. Na verdade, desde cedo deveríamos todos aprender o quanto precisamos dos outros seres. È impossível viver sozinho, as relações humanas são uma teia que começamos a tecer desde o primeiro respiro.
Então surge um misto de euforia e responsabilidade. Este pequeno ser que acaba de chegar, mas já há muito amado, precisará de tantos cuidados. Com certeza, ao seu redor estarão pais, avós, tios, parentes e amigos. Ao seu redor estarão carinho, zêlo, dedicação e amor.
Mas que deliciosa responsabilidade educar um ser humano. Prazerosa e difícil, momentos de cansaço, momentos de alegria, talvez o maior paradoxo da humanidade.
Encantar-nos-emos com aquele lindo sorriso de bebê, nosso perfume favorito será o seu cheiro, o carinho preferido será sentir o calor de seu pequeno corpo seguro em nossos braços. Desejaremos protegê-los de tudo, embora saibamos que não podemos abraçar o mundo – que pena, mas continuaremos tentando.
Uma criança, perpetuação de nossa espécie. É para elas que acordamos todos os dias e vamos trabalhar, que a cada dia novas tecnologias são inventadas, que o homem busca cura de doenças e melhoria de qualidade de vida.
Sem crianças, não existiria literalmente amanhã. Não haveria porque existir a sociedade como a conhecemos, não teríamos de pensar em futuro, porque a experiência humana seria um piscar de luz perdido na eternidade. Seria uma vida vazia e sem sentido.
Por isso o encantamento a cada ser que nasce. Porque eles são parte de nós, e nós parte de um todo.



Para Mel

domingo, 16 de agosto de 2009

Para animar a Festa

Ricardo Diniz, Fabíola Andrade , Sylvia de Galhardo e Marco Manela, vocal - Olaria, 2009

Para animar a festa... como diz a música, foi assim que surgiu a maior banda cover do Brasil e da qual eu e meu marido somos super fãs. Há 15 anos foi criada por Marco Manela e Edu Lissovsky uma banda cover anos 70 e 80 para tocar em festas, mas que logo passou a se apresentar em casas de show.
Sylvia de Galhardo, Marco Manela e Fabíola Andrade, vocal - Olaria, 2009

Se queremos curtir um sábado animado, cantando e dançando, entramos na net e procuramos onde a Banda Celebrare vai cantar. É noite garantida! E depois, é sagrada a visitinha ao camarim, onde sempre somos recebidos com tanta simpatia e carinho que temos vontade de voltar sempre.
Emerson Mardhine, baixo e vocal - Olaria, 2009

Só este ano já assistimos a três shows - nenhum igual ao outro!

Deborah Levy, teclado - Olaria, 2009

No repertório, clássicos internacionais e nacionais que não tem como não cantar! Abba, Roberta Kelly, James Brown, Madonna, Michael Jackson, Legião Urbana, Barão Vermelho e Lulu Santos são apenas alguns exemplos.

Sylvia de Galhardo, vocal - Canecão 2009



Esse é o Celebrare!








segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Alegria

Deixemos a alegria invadir nosso coração e nos dominar sem medo. Que ela renove nossas energias e nos prepare para o cotidiano, para os obstáculos, para nossas lutas diárias e que venha nos fazer companhia nos momentos de lazer.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Julgar


É fácil demais julgar as atitudes alheias, mas também perigoso.

Afinal, quem é perfeito e pode atirar a primeira pedra?

Mas enfim, ao longo da história, muitos atiraram.

A perfeição não é deste mundo.

Mas a crueldade sim.

Olhemos além do que se pode ver

A fim de transcender o que nos corrói.

Veremos que melhor e mais vantajoso

É fazer o bem.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Certo e incerto




"A única coisa permanente é a mudança."

Heráclito (500 a.C.)

sábado, 1 de agosto de 2009

Superação


Hoje venho falar de um tema movida pela comoção de histórias reais. O melhor elixir para os momentos amargos é encontrar histórias de força e superação. Diante de grandes tragédias, decepções, problemas pessoais ou de saúde, que poderiam destruir a vida de qualquer um, algumas pessoas souberam superar e ainda fazer da tristeza algo especial. Não são raros os casos de pessoas que, após grandes perdas, se dedicam a algo para fazer o bem aos outros, mesmo às vezes sendo o objetivo inicial apenas o de confortar suas próprias vidas, acabam por confortar e até evitar desgraças alheias maiores. Livros e blogs como "A Lição Final" , do qual já falei aqui, e "Para Francisco", ao qual ainda pretendo dedicar um post especial, são exemplos de histórias reais que serviram de conforto e lição para muitos. Outro grande exemplo de pessoas que lutam pelos seus sonhos e superam suas limitações podemos observar nas paraolimpíadas.

Todos enfrentam em algum momento da vida alguma dificuldade, e o diferencial não é o tamanho do seu problema, mas a forma como você lida com ele.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A cidade do Sol

Não, não é do livro que estou falando. Este post é sobre uma cidade do nordeste brasileiro, alegre como o Sol, que é um "lugar de ser feliz". O local que escolhemos para iniciar nossa vida a dois e tal escolha não poderia ter sido mais acertada. Apesar de também curtir lugares frios, acho tudo uma Lua de Mel em um lugar ensolarado, repleto de luz e energia.

Ainda me falta conhecer muitos locais no nordeste brasileiro, mas arrisco sem medo, se tiver de escolher só um para conhecer, escolha Natal!

E não deixe de percorrer todo o litoral do Estado: ao norte, ande de bugre por Genipabu, encante-se com o tom dourado das Dunas de Jacumã, não perca o "Aerobunda", mergulhe em Maracajaú e não se esqueça também de amarrar uma fita na Árvore do Amor; ao sul, visite o maior cajueiro do mundo, emocione-se com os golfinhos, admire as falésias de Pipa e relaxe nas piscinas naturais de Barra do Cunhaú. Lua de mel ou não, será inesquecível!

domingo, 26 de julho de 2009

Boas risadas com Zezé Polessa


Não sou feliz, mas tenho marido - Ontem fui assistir a esta peça que já rodou o Brasil, um monólogo com a excelente Zezé Polessa, adaptado do livro homônimo, da Jornalista argentina Viviana Gómez Thorpe, baseado em suas próprias experiências.
Diversão garantida com esta comédia bem humorada sobre situações do cotidiano e frustrações de um longo casamento.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Momento Girassol










Com bom gosto, uma decô com girassóis fica um charme... Amo!!!




Mar de rosas

Simples é a vida, complicado é o homem. Que teima em acreditar em um mar de rosas, quando bem sabe que este não existe. Enganar a si próprio, essa é a razão de inúmeras infelicidades.
Quantas lágrimas deixariam de existir, se aceitássemos que a existência é um exercício diário de psicologia humana, um treino de paciência, um aprimoramento do relacionamento interpessoal.
Uma vez na vida ao menos deveríamos mergulhar em uma sincera viagem de auto-conhecimento, descortinando nosso eu interior, revelando todos os seus defeitos e imperfeições, se medo e sem vergonha. Só então saberíamos olhar com outros olhos os defeitos tão irritantes dos outros seres e... pela primeira vez, eles nos pareceriam tão pequenos, tão insignificantes frente às qualidades alheias e ao nosso monstro interior... saberíamos perdoar, saberíamos nos perdoar...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do amigo


Amigos presentes, amigos ausentes, amigos próximos, amigos distantes, amigos de infância, adolescência, amigos de hoje... dê um abraço em seu amigo, telefone, mande um e-mail, um torpedo ou um scrap, não deixe de dizer o quanto seu amigo é importante para você!



domingo, 19 de julho de 2009

Saber viver



Por hoje, uma letra de música que fala por si só...


Quem espera que a vida

Seja feita de ilusão

Pode até ficar maluco

Ou viver na solidão

É preciso ter cuidado

Pra mais tarde não sofrer

É preciso saber viver...

Toda pedra no caminho

Você pode retirar

Numa flor que tem espinhos

Você pode se arranhar

Se o bem e o mal existem

Você pode escolher

É preciso saber viver...


Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Filhos da Esperança


O que seria de um mundo sem crianças???

Triste?

Muito mais que isso. Seria um mundo sem futuro, fadado ao desaparecimento da raça humana em cerca de um século.

Esta é a temática de "Filhos da Esperança". O filme conta com Julianne Moore e Clive Owen. Assisti dia desses na tv e fiquei refletindo um pouco. É um filme sobre o fim do mundo, mas sem meteoros gigantes colidindo com a terra e muito menos com bombardeios alienígenas.

A proximidade do fim da humanidade torna-se evidente com o aumento da infertilidade das mulheres, que como uma epidemia, alastra-se de tal forma que em alguns anos não há mais mulheres capazes de engravidar. Pesquisas não encontram os verdadeiros motivos e como resultado, temos o caos instalado. Afinal, para que manter a sociedade como a conhecemos? Ou melhor, para quem, se em algum tempo, não haverá mais um ser humano vivo? De que adiantarão escolas, centros de pesquisas, as instituições como um todo, se nossa história se perderá no tempo?

Até que a esperança surge através de uma jovem.

Quando nos deliciamos com um sorriso de uma criança, não é apenas a doçura que devemos enxergar, é também a razão do funcionamento de toda a nossa sociedade, de acordarmos todos os dias para trabalhar, de planejarmos um futuro e construirmos coisas que as próximas gerações aproveitarão. Tudo isso só ocorre porque temos certeza de que eles estarão lá, nas próximas gerações, nas seguintes, e assim por diante.

Por isso me pergunto: Como pode haver tanta imprudência no mundo e despreocupação com as gerações futuras, se sem elas nossa vida como a conhecemos não existiria?

sábado, 4 de julho de 2009

A Cabana


Uma de minhas primeiras leituras de 2009, A Cabana logo despontou como candidata a minha leitura favorita do ano. E já nessa segunda metade de 2009, posso afirmar com certeza que guardarei essa leitura como carinho especial.

Certamente não sou a única a compartilhar dessa opinião, visto que há muitas semanas o livro lidera a lista de mais vendidos. Sou a primeira a desconfiar de grandes sucessos de público - isso não quer dizer que não aprecie essas leituras - mas normalmente não espero muito delas além de uma fórmula comercial, porém interessante de entretenimento.

Em A Cabana enxerguei algo diferente. Um livro escrito inicialmente sem a intenção de ser publicado, e que trazia uma nova forma de lidar com Deus. Algo, que sinceramente, ando afastada a tempos. E essa nova perspectiva trazida por William P. Young reavivou meus pensamentos sobre Deus e religião. Uma experiência inusitada, uma nova visão do que é O Pai, O Filho e O Espírito Santo e do que pode ser esse encontro com Deus, principalmente quando o homem que O encontra é uma pessoa amargurada pela perda de sua filhinha de forma tão brutal e incompreensível. O que Deus tem a dizer sobre esse mundo cruel em que há tanto sofrimento?

A Cabana é um presente perfeito para dar aos nossos amigos, principalmente àqueles que passam por momentos difíceis, pois nesse livro encontramos esperanças.

Esperanças de que há algo acima da nossa compreensão, que pode explicar aparentes injustiças no mundo humano. E que todos, sem exceção, somos muito amados. E quão bom é ter fé nisso!



BIENAL A XIV Bienal do livro no Rio de Janeiro acontece de 10 a 20 de setembro, e William P. Young é presença confirmada.


PRESENTE O livro foi escrito inicialmente como um presente de Natal para a família e amigos, mas antes mesmo de publicado já despertava muita atenção, logo Young começou a receber e-mails de pessoas que diziam que o livro havia mudado suas vidas.


SEM EDITORA O livro foi recusado por editoras cristãs, que o consideravam herege, e por editoras não religiosas, que achavam que havia "muito Deus" na história. O livro acabou sendo publicado por uma editora pequena, criada só para lançá-lo.


SUCESSO Desde sua publicação o livro é sucesso de público em vários países do mundo. Traduzido para cerca de 40 idiomas, já vendeu mais de 4 milhões de exemplares.




sexta-feira, 3 de julho de 2009

O que estamos fazendo com o mundo

"A paz e a vida na Terra estão ameaçadas por atividades humanas não compromissadas com valores humanitários. A destruição da natureza e seus recursos é resultado da ignorância, da cobiça e da falta de respeito pelos seres vivos, incluindo nossos próprios descendentes. As gerações futuras herdarão um planeta extremamente degradado, caso a paz mundial não se efetive e a destruição da natureza continue nesse ritmo." Dalai Lama

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ensaio sobre a Cegueira - livro e filme

Atenção!! Este post contém spoilers
Ontem assisti ao filme "Ensaio sobre a Cegueira", baseado na obra de Saramago e dirigido por Fernando Meirelles ( de O Jardineiro Fiel e Cidade de Deus). Posso dizer que foi uma das adaptações mais bem sucedidas de livros a que assisti, no sentido de ser fiel à história original. E, por sorte, logo sobre a minha melhor leitura de 2008. Neste filme não observei cenas inventadas, como em tantos outros, ou uma modificação na cronologia das cenas para melhor efeito nas telas. Claro que nem tudo que é relatado no livro foi passado para o filme, como o episódio em que a mulher do médico retorna ao supermercado ou quando eles vão à casa dos outros integrantes do grupo, antes de irem para a do médico. Isso tornaria o filme excessivamente longo e não acrescentaria nada, visto que outras cenas já fazem o papel de transportar o espectador para o ambiente de caos e desespero.
Por falar em caos e desespero, a cena do estupro coletivo, que até pensei, não seria levada às telonas, - mas sem ela se perderia o motivo para o desenrolar seguinte do filme - foi retratada de forma perfeita, sem exageros, nem mais nem menos, revelando toda perversidade mas sem cair no mau gosto. Porém, talvez quem não tenha lido o livro ache que aquelas mulheres se entregaram sem luta, enquanto seus homens permaneceram impassíveis; mas nas páginas relatadas do livro os dias e dias de fome, sem comer e beber são bem mais intensos e levam a uma compreensão mais acertada de que a "nova sociedade" formada pelos cegos é uma realidade cruel e diferente, em que acima de todos os valores está a luta pela sobrevivência diante da incerteza do amanhã.

Outro ponto positivo, o ambiente insalubre e as imagens embaçadas e esbranquiçadas remetem perfeitamente ao mundo criado por Saramago em sua obra.

E a mensagem que fica, mais importante do que o motivo que provocou a cegueira branca, são as relações humanas, o que homem é capaz de fazer em situações extremas, como os valores são alterados. O que permanece? O que muda? Tal como um outro filme recente, " O nevoeiro", baseado em uma obra de Stephen King - só que um filme bem mais trash - o foco são as alterações de valores e comportamento do homem diante do desespero.
Este post é uma opinião pessoal sobre a adaptação, e não pretende estabelecer uma verdade absoluta sobre o assunto.

domingo, 21 de junho de 2009

Your Song





Esta música é linda, seja em qualquer uma das versões!!







Dados: Composição: Elton John / Bernie Taupin
Letra Tradução

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Clima gostoso de outono


O outono é minha estação do ano favorita. Dias lindos de céu azul e até um calorzinho; noites amenas, às vezes fazendo um friozinho anunciando o inverno, digno de ser acompanhado por um bom vinho, fondue ou chocolate quente.
Uma dica de fim de semana: Penedo, em Itatiaia/RJ. Com várias opções de bons restaurantes, indico aqui o Pérgola, com sua jovem e talentosa Chef e o Bucaneiro, com um excelente rodízio de fondue. As cachoeiras também garantirão belas fotos - mergulho, nessa época do ano, só para os muito, muito valentes. Por fim, vale a pena voltar a ser criança e visitar a pequena Finlândia, incluindo a residência oficial de verão do Papai Noel, as lojas de chocolates e os Cafés, além de muitas lojas de artesanato.
Ao fim do dia, as opções de pousadas e hotéis são muitas, chalés charmosos com lareira encerram o passeio de forma perfeita.









quarta-feira, 3 de junho de 2009

Novos caminhos


Possuímos uma certa resistência a mudanças, mesmo quando elas vem para o bem. Tendemos a desconfiar do novo. Afinal, por que mudar o que é velho, costumeiro e tão adequado?
Mas as mudanças chegam, inevitavelmente, e não devemos temê-las.
Novos caminhos surgem e é escolha e risco nosso trilhá-los. Mas, como diz meu velho e favorito clichê, "melhor é se arrepender do que se fez do que deixou de fazer."

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Coisas simples da vida

Sorte de hoje: "simplicidade é o que há de mais sofisticado"
Às vezes, é preciso olhar a volta e procurar atentamente para encontrarmos um motivo de alegria, mas com certeza ele sempre estará lá. Um sorriso, uma risada gostosa, uma leve brisa, um céu azul. É preciso ver as coisas com mais atenção. Cada minuto é um milagre, e cada paisagem não é a mesma do que era a um minuto antes.
Não é preciso muito, o menos é mais, o simples é o mais elegante, é leve, livre e feliz.

quarta-feira, 20 de maio de 2009


Hoje fico com uma frase de Santo Agostinho, que encontrei folheando "1000 Lugares para conhecer antes de morrer":

"O mundo é um livro e aquele que não viaja lê apenas uma página."

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A lição Final

Estou lendo "A lição Final" e me encantando a cada página com a sensibilidade e simplicidade das lições que o professor universitário Randy Pausch nos deixou. Raras são as pessoas que conseguem transformar o que seriam grandes tragédias pessoais em uma lição para a humanidade. Pausch foi uma delas.

Poderia ser um livro triste, um relato sobre o câncer, mas não é. Não é uma história da morte, é um livro repleto de vida.

Pausch foi convidado a dar a sua "última palestra", costume nas universidades americanas, em que um professor é convidado a dar uma palestra sobre um tema que considere importante. Ironicamente, esta realmente era uma palestra de despedida para Pausch. Ele sofria de um câncer terminal no pâncreas. Diante da consciência de que não veria seus três filhos pequenos crescerem, desejava que eles soubessem quem fora o seu pai. O que Pausch não imaginava é que milhões de pessoas saberiam e aprenderiam uma verdadeira lição.

O vídeo da palestra foi um dos mais acessados no You Tube em 2008, o livro vendeu milhões de exemplares em mais de 30 países e Pausch foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes pela revista Times.

Há quase um ano, em 25 de julho de 2008, Pausch foi levado pelo câncer, mas suas palavras ainda são ouvidas ou lidas por milhares de pessoas diariamente.

Para saber mais, acesse http://www.alicaofinal.com.br/

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Viver mais com menos

100 coisas para viver


Este é o desafio de Dave Bruno, americano que, segundo suas próprias palavras, "sentiu-se sufocado" com a quantidade de coisas inúteis e acumuladas a sua volta. Então decidiu se livrar de tudo que fosse desnecessário e reduzir o seu universo para 100 objetos - não contabilizando os objetos em comum com a família, como louças, por exemplo, nem economizando meias e cuecas - uma verdadeira reação ao consumismo desenfreado, que Dave relata em seu blog. Atualmente ele está escrevendo um livro sobre esta experiência e com o sucesso de seu blog incentivou tantas outras pessoas a seguirem seu desafio. O desafio começou em novembro de 2008 e durará um ano.
Costumo doar minhas roupas que não uso mais, não gosto daquela energia morta no guarda-roupa. Presentes de casamento, uso-os todos, nada de coisas na prateleira guardadas e empoeiradas. Ainda assim, muitos objetos são usados só em momentos raros. São tantas facilidades, tantas coisas que enchem nossos olhos, tanta mordenidade, tantos excessos.
E você? Olhe ao seu redor, o que realmente é essencial? Quantas coisas você pode vender, doar ou jogar fora?







terça-feira, 5 de maio de 2009

Moda ecológica


Modismo ou conscientização?

Se é pra fazer moda, que seja Ecomoda! As ecobags, charmosas sacolas ecológicas, geralmente de algodão, viraram febre. O seu objetivo original, diminuir o uso de sacolas plásticas, parece um tanto desvirtuado. Mas se as fashionistas usam ecobag no lugar de sacos plásticos por acharem mais bonito, que seja, mas que usem!
Na net pode-se ler sobre discussões quanto à relevância do uso das sacolas ecológicas, quanto realmente se está deixando de poluir usando ecobags para pequenas compras. Existem outros hábitos que podem contribuir muito mais para um estilo de vida sustentável, como separar o lixo reciclável e economizar energia, porém não são atitudes concorrentes, quanto mais ações, mais estaremos reduzindo.
Toda forma de preservar o meio-ambiente é bem vinda, difícil é incorporar esses hábitos a nossa rotina, mas por pequenas atitudes é mais fácil começar. E o pouquinho de cada um vai gerar o muito de todos.




quinta-feira, 30 de abril de 2009

Slow


Não caminho, nem vejo a vida passar da janela; apenas corro, corro demais - como na música - e parece que ainda estou sempre atrás, prestes a tocar... o quê, não sei ao certo, só sei que não estou sozinha nesta perspectiva em relação à velocidade do mundo em que vivemos, é tudo tão veloz que atropelamos os momentos e nem temos tempo de apreciá-los e dar-lhes o seu devido valor. Afinal, cada minuto é precioso e muitas urgências concorrem para usá-lo.

Um grande medo então surge. Onde foram parar as coisas importantes, fundamentais, no fundo da gaveta? Pois por agora temos uma lista interminável de urgências? Quais as verdadeiras prioridades? O que realmente importa em meio a esse caos de tarefas, eventos, necessidades, perspectivas que o nosso estilo de vida impõe?

Desejar ter tempo para nada fazer é imperdoável, é dinheiro e trabalho útil perdido. Então, em um raro momento de descanso, surge um grande vazio, uma culpa. Nada melhor que o consumo para preencher o que não está completo. Mas algo ainda falta.

Logo vem a constatação: o nosso estilo de vida, a sociedade do consumo, do capital, dos negócios não nos trouxe felicidade.

Em várias partes do mundo, pessoas repensam a sua vida. Escrevem livros. Na Itália, surge o slow food, em reação à era do fast food, um movimento de apreciação do paladar. No Japão, surge a primeira cidade slow do mundo, Kakegawa. E surge o Slow Life, uma reação à correria e uma contemplação à qualidade de vida, a busca por um estilo de vida consciente, sustentável.

Mas ainda olho para o relógio apressado.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Preste atenção


"No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião
Se espelhar no seu olhar até sumir..."
Hoje acordei com esta música no pensamento. Acordei feliz. Estou feliz, sem motivos. Ou com todos os motivos. Afinal, quem precisa de justificativa para sentir-se bem?
Como dizer que não há motivos para tal? O que ocorre é que hoje estou mais sensível e posso perceber pequenas alegrias nas coisas pequenas da vida.
Preste atenção! Pois a alegria está também no caminho e não só na chegada.

sábado, 25 de abril de 2009

Pensamentos ensolarados

"Esperança é como o girassol,
que à toa se vira em direção ao Sol.
Mas não é à toa: virar-se para o Sol
é um ato de realização de fé."
Clarice Lispector

sábado, 18 de abril de 2009

Bodas de Papel




Há um ano, hoje era a véspera do nosso casamento. Estávamos ávidos por viver essa vida juntos, pela nossa convivência diária, por ter essa intimidade, por dividir, multiplicar e somar essa conta doida dos relacionamentos humanos.


Confesso que tento compreender quando alguém diz que casar não é bom, que esse tal "mar de rosas" não existe, mas não sou bem-sucedida. A vida não é perfeita, sem problemas e desentendimentos, lógico, mas temos que estar dispostos a procurar a felicidade. E o casamento é isso, ambos buscando a felicidade em um só caminho, e esse caminho por si só já traz uma corrente de alegria como recompensa.


Cada dia é um dia de busca por satisfação, cada dia se torna então um momento de amor, carinho e cumplicidade. Cada pequena alegria, cada gesto, cada risada gostosa, tudo tem seu valor. Guardo as pequenas coisas em frasquinhos de cristal em minha memória, para fortalecer-me nos momentos difíceis.


Estarmos junto é uma vontade imensa e incontrolável de contruirmos uma vida, uma família, um porto feliz. Não compartilhamos de todas as opiniões (quem é assim??? individualidade existe e sempre irá e deverá existir), mas compartilhamos de todas as vontades, desejos, sonhos que aos poucos se convertem em planos e realizações. E quando se materializam... há uma explosão de contentamento!


Mesmo nos dias corriqueiros, sinto-me feliz por cada noite dormida ao seu lado, cada refeição juntos ou filme a que assistimos; cada passeio, festa ou viagem, alegria é ter a sua presença.


E Este ainda é o primeiro ano, 365 dias com carinha de 30, pois é assim que me sinto, como se ainda estivesse no primeiro mês de casada.


É, isso é vivenciar o amor na forma de casamento!!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Viva à criatividade!!!

Flor e gafanhoto feitos com folha de palmeira por um artista de rua em Porto Seguro. O maior espetáculo é vê-los fazer sua arte na hora e em pouquíssimos minutos, utilizando como material apenas uma tesoura e as folhas, que a natureza nos dá. Custo zero, mas garante a noite desses habitantes do local e alegra muito mais a nossa.

domingo, 12 de abril de 2009

Ilha Grande - trilhas inesquecíveis

Trilhas pela mata exuberante e como recompensa as belas águas de Angra do Reis. Isto é Ilha Grande. Para aproveitar melhor, vá fora da grande temporada e de feriados prolongados.

Acima, Lopes Mendes, uma das mais de cem praias da ilha; acesso por trilha a duas horas de Abraão ou de barco até a praia dos Mangues, de onde se caminha por mais meia hora.


Acima, a trilha para Dois Rios. São duas horas de caminhada, mas a trilha é relativamente fácil se comparada à para Lopes Mendes partindo de Abraão e passando por Pouso.

Praia de Dois Rios, uma das mais belas, e que abrigava o antigo Presídio Cândido Mendes.
Só se chega à Ilha Grande de barco, e logo encontramos um universo inusitado na Vila de Abraão. Por lá, não circulam carros. Todos os passeios até as dezenas de praia são feitos por trilha ou barco. A opção de pousadas e campings é muita e, à noite, não faltam bons restaurantes e barzinhos.
Prepare-se para caminhadas que desvendarão cenários inesquecíveis!











sábado, 11 de abril de 2009

Cerveja de chocolate

Aproveitando o tempo pascal, apresento uma novidade no mundo dos chocolates (se é boa ou não é, só experimentando para saber):

A cerveja de chocolate!!!

Trata-se de uma edição limitada lançada pela cervejaria japonesa Sapporo. Contém malte torrado e cacau e possui um sabor de chocolate amargo. US$ 16,00 o kit com três latas.

Girassóis em tela

Presente de casamento dado por minha mãe - um quadro pintado por ela!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Rumo ao altar

Novembro de 2005, Friburgo, Rio de Janeiro. Dia 14, mais de dez da noite, uma segunda-feira, véspera de feriado. Um restaurantezinho romântico, música ambiente, fondue, apenas mais um casal em outra mesa e um garçom nos fazem companhia nessa atmosfera convidativa ao romance.

Então, de repente elas surgem das mãos dele. Inesperadas alianças, não inesperadas por não desejá-las, mas por eu estar realmente surpreendida. Nos acabamos de tanta felicidade. Estamos noivos! Estamos noivos, repetimos até o fim da noite olhando o céu.

Após tantos anos de namoro o casamento não foi uma decisão, foi um caminho natural para onde se converge quando encontramos alguém que é A pessoa certa para compartilhar Tudo. Decisão, sim, é se será oficial, religioso, se haverá festa, mas o casamento é mais que isso. O casamento é a união para construir um futuro em comum, é devoção, é amor, muito amor.

Dois anos, cinco meses e cinco dias após aquela noite em Friburgo, prelúdio desta noite maior - 19 de abril de 2008 - acontece uma cerimônia realmente perfeita. Caminho tranquilamente rumo ao altar. Lá está ele! Ao redor, só rostos queridos. As palavras do padre fluem de forma tão bonita e emocionante que leva os presentes a crerem que o sacerdote já nos conhecia. Parecia que ele não queria terminar a cerimônia, que estava tão a vontade que permaneceria nos casando para sempre, eternizando aquele momento tão sublime. Recordo-me da cerimônia como um sonho, como se estivesse flutuando. Fico surpresa ao descobrir naquela noite que sonhos existem sim, é possível vivê-los e ter sensações que pensei, só existissem nos filmes.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Complexo de Becky Bloom

Nossa querida e divertida Rebecca Bloomwood está de volta, desta vez nos cinemas, na estréia desta sexta-feira do filme inspirado no primeiro livro da série de Sophie Kinsella, "Confessions of a Sophacolic", aqui conhecido como o "Os delírios de consumo de Becky Bloom".
A garota consumista londrina, formada em jornalismo e... completamente descontrolada com as suas finanças protagoniza episódios hilários nos cinco livros da série. Espero ansiosamente que sejam retratados com igual vigor nas telonas. Algumas mudanças já são visíveis comparando-se o filme e o livro: Já no primeiro filme, Becky mora em Nova York, o que só acontece no segundo livro, "Delírios de Consumo na Quinta Avenida". Mas essa mudança pode até tornar o filme mais interessante, já que Becky estará na capital do consumo. Outra alteração nem tanto agradável é que a personagem, apesar de vestir roupas e acessórios de grife, aparece um tanto caricata nas cenas do trailer. Sempre tive a imagem de Becky como uma garota altamente sofisticada. Isso pode aumentar o humor do filme, sim, mas também corre-se o infeliz risco de torná-lo bizarro. E nossa Becky não é assim!!!
Que mulher nunca se identificou com Becky ao ler as páginas desse livro??? Não, não estou dizendo que somos todas nós consumistas desvairadas! Mas pelo menos uma das situações vivenciadas pela jornalista já aconteceu conosco em algum momento de nossas vidas. Seja fazer uma compra por impulso e se arrepender depois, seja comprar um vestido caro e usá-lo apenas uma vez. Ou então comprar uma peça da moda e logo abandoná-la ou nem usá-la. Parecer uma maluca em uma liquidação da sua loja favorita? Ou quem sabe fazer compras para aliviar estresse ou um dia de depressão? Passar do limite do cartão de crédito, ficar no vermelho no banco, atrasar uma conta, ou abrir mão de alguma coisa pelo prazer de comprar??? Até a garota engajada, ecologicamente correta e nada consumista já foi uma adolescente gastadeira. Ainda há aquelas que namoram vitrines, sem coragem de comprá-las, mas com vontade de devorá-las. E outras que comprometem sua renda em algo de significância questionável. Ou então gastam seu primeiro salário de estagiária numa bolsa de plástico Victor Hugo. Podem até não ligar para marcas, mas gastam rios de dinheiro em lojas de departamentos. O ponto fraco também varia: Roupas, sapatos, maquiagem, perfumes, bolsas, coisas para casa, presentes, livros. O catálogo do consumismo é bem variado. Não conheço uma mulher sequer, nem a mais mão-fechada, que não tenha feito uma comprinha completamente desnecessária uma vez na vida. Afinal, o que é necessitar??
Nem em tempos do consumo consciente - que vem crescendo e é louvável - conseguimos nos livrar totalmente da "necessidade de comprar uma blusa nova para aquela festa", a não ser que sejamos eremitas e abandonemos o convívio social.
É por isso que o livro de Sophie Kinsella soa tão familiar e atrativo. Mas melhor ficar só nas leituras e nos filmes, onde essa situação é engraçada, pois o assunto é uma dor de cabeça para nossas Beckies da vida real.

sábado, 4 de abril de 2009

Comer, Rezar, Amar

Em seu livro de enorme popularidade, Liz Gilbert relata sua experiência pessoal em uma espécie de diário de viagens inusitado, utilizando como cenários Itália, Índia e Indonésia. Mas a principal viagem que a personagem-autora faz é para dentro de si, uma busca por si mesma, por um equilíbrio que esta jornalista parece ter perdido desde a infância, quando notou pela primeira vez a efemeridade da vida e entrou em crise existencial aos 9 anos de idade.
Em uma busca incessante por viver a vida intensamente, Liz acabou se perdendo. E nessa viagem de auto-conhecimento produziu um imenso bem não só para si, mas para milhares de leitoras que devoram as páginas deste livro extremamente agradável e com questionamentos comuns a todo ser humano.
Parênteses para minhas impressões pessoais: A parte da Itália foi uma delícia, literalmente. Não espere uma Itália de Igrejas e artes, mas sim uma terra de comida exageradamente suculenta e quilos a mais. Quando comecei a ler sobre a Índia confesso que engavetei o livro por algumas semanas, de alguma forma não me identifiquei e perdi o interesse. Quando resolvi voltar a ler o livro - esta é a parte mais importante desta breve conversa sobre "Comer, rezar, amar" e que queria dividir com vocês - ele pareceu-me inesperadamente interessante, era justamente o que eu precisava ler naquele momento. Por isso acredito cada vez mais que o quebra-cabeça da vida tem uma solução e tudo acaba num encaixe perfeito.
Escolhi um trecho do livro para ler e pesquisando na net, encontrei outro blog em que uma pessoa diz ter se identificado muito com este capítulo e o escolheu também para escrever. Aliás, a própria Liz escolheu ler este capítulo 49 em uma entrevista. Então, acho que é a opção certa.
"O tempo, quando perseguido como um bandido - se comporta como um bandido; está sempre uma fronteira ou uma sala na sua frente, mudando de nome e de cor de cabelo para enganar você, saindo pela porta dos fundos do hotel no mesmo instante em que você chega ao lobby com seu mais recente mandado de busca, deixando apenas um cigarro aceso no cinzeiro como provocação. Em determinado momento, você precisa parar, porque ele não vai parar. Você precisa reconhecer que não vai pegá-lo. Que a idéia não é pegá-lo. Em determinado momento, como Richard não pára de me repetir, você precisa relaxar, ficar sentado e deixar o contentamento vir até você."

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ser noiva

Em razão de neste mês estar completando um ano de casada, resolvi reviver algumas memórias e vou começar pelo o que é um sonho para muitas, uma realização para outras e para mim era um universo novo e desconhecido até mais ou menos dois anos atrás.
Dois mil e sete, foi quando decidimos nos casar. Sempre tive o sonho de casar, mas não o de ser noiva. Como assim? Exatamente! Até então, não havia me dado conta da magia que é ser "A noiva", " o centro", " a atração" ou outro título risível que prefiram chamar. Ser a noiva não é o motivo pelo qual queremos casar, mas vem de brinde com o pacote " encontrar o amor verdadeiro e querer construir uma família com ele". Sobre amor, falarei mais tarde. Por hora, fiquemos com as noivas eufóricas. Sim, sou uma delas!!!! Ou fui, ou melhor, nunca deixamos de ser.
Após a grande decisão, diversos detalhes têm de ser resolvidos. Então, meses antes do Grande Dia, vestimos um vestido branco com calda, véu e grinalda imaginários e invadimos um novo mundo. Buffets, casas de festas, decorações, bolos, revistas, muitas revistas, expo-noivas, detalhes e mais detalhes. E sem querer, você passa a gostar desse mundo de sonhos, passa a desejar todas as belas possibilidades e, vai precisar de muito auto-controle para não estourar o orçamento.

A escolha do vestido perfeito
Ou a compra do sofá da sala
O destino da Lua de mel

Tudo se funde num prazeroso planejamento da nova vida - a vida que você escolheu, que você levará para sempre e que será iniciada em um momento que será de vocês dois - embora meu marido insista que todos só olham para a noiva - e será um grande momento, mágico, inexplicavelmente belo e que... passa. Mas sua felicidade será tamanha que você não ligará, pois coisas melhores ainda vêm nos dias seguintes e um dia você notará que um ano se passou, se deliciará com seu álbum de fotos e DVDs, sentirá saudades, muitas saudades sim! Mas sabe que aquele momento é tão especial porque é realmente único. Então, deverá ser grata por ter vivido aquilo e... ainda estar vivendo.